Eurocopa
A Campeonato Europeu de Futebol é o principal campeonato de futebol entre seleções dos países da UEFA. Acontecendo a cada quatro anos desde 1960, foi originalmente chamado de Copa das Nações Européias, mudando de nome para Eurocopa em 1968.
Até 1976 apenas quatro seleções entravam na fase final do torneio. A partir de 1980 esse numero aumentou para oito e desde 1996 dezesseis seleções jogam o torneio. A partir de 2016 serão vinte e quatro seleções que jogarão o torneio. Os competidores são escolhidos em uma série de jogos qualificatórios: em 1960 e 1964 através de mata-matas; a partir de 1968 também foi incluída uma fase de grupos nas eliminatórias. O(s) país(es)-sede se classificam automaticamente.
A União Soviética
ganhou a competição inaugural; A Alemanha triunfou por três vezes, duas
como Alemanha Ocidental, assim como a Espanha que também ganhou três
vezes. França e Espanha são as únicas restantes a terem ganho o torneio
mais de uma vez.
As finais da edição de 2008 foram disputadas em mais de um país-sede.
A primeira vez que isso ocorreu foi o Euro 2000, sediado na Bélgica e
Países Baixos. Em 2008 o Campeonato Europeu de Futebol foi disputado na Áustria e Suíça. Em 2012 o torneio foi disputado também em dois países: na Polônia e Ucrânia.
Este blog é um espaço cultural que tem por objetivo mostrar fatos atuais e aspectos importantes da área de artes. É mantido por alunos de uma turma de oitavo ano do Ensino Fundamental Maior, do Colégio Clita Batista. Foi construído com o objetivo de levar à sociedade um conjunto de informações e conhecimentos; realizar associações, produzir textos criativos e despertar a consciência crítica.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
11/07/2012 17h24 - Atualizado em 11/07/2012 17h24
Banco americano diz que Brasil vai conquistar seis ouros em Londres
Estudo da Goldman Sachs afirma que país terminará competição em 15º lugar no quadro de medalhas. Documento também analisa impacto de Rio-2016
A 16 dias do início dos Jogos de Londres, um estudo divulgado pelo Goldman Sachs, banco de investimento americano, aposta em uma evolução do Brasil no quadro de medalhas. Sem definir em quais provas, o documento, de 45 páginas, afirma que a delegação brasileira conquistará seis ouros, o dobro do número alcançado em Pequim.
Para o banco, o Brasil vai terminar a competição em 15º lugar no quadro de medalhas, com um total de 18 medalhas. A liderança ficaria com os Estados Unidos, com 37 ouros e 108 medalhas no total. A China, que terminou os Jogos de Pequim na liderança, conquistaria 18 medalhas a menos e cairia para o segundo lugar.
O estudo também aposta em um crescimento da Grã-Bretanha na competição. Para o banco, os organizadores dos Jogos vão conquistar onze medalhas a mais do que em Pequim. O documento afirma que Londres passará a atrair ainda mais turistas e terá um grande avanço na infra-estrutura após os Jogos.
O banco faz ainda uma análise dobre o impacto que a próxima edição dos Jogos terá para o Rio de Janeiro, sede da competição em 2016. De acordo com o estudo, apesar de alguns avanços pontuais, a cidade não crescerá tanto quanto poderia por conta de “impedimentos estruturais que ainda precisam ser resolvidos”. Problemas de infraestrutura, uma baixa reserva econômica e o alto número de impostos são apontados pelo documento como algumas das principais dificuldades que o país vai enfrentar. Por outro lado, o fato de também sediar a Copa de 2014 é um fator que pode atrair investimento externo.
Copa do Mundo
A Copa do Mundo da FIFA é um dos maiores eventos esportivos do planeta. A disputa quadrienal entre as melhores seleções do mundo mobiliza bilhões de pessoas de todos os quadrantes, de todas as culturas. Inflama paixões e, ao mesmo tempo, reduz diferenças, já que os povos dos mais distintos países, durante os 90 minutos de uma partida, criam um laço comum ao compartilhar a mesma emoção, ao mesmo tempo. É um acontecimento raro, sem similar, e por isso digno de reconhecimento universal.
Em 2014, o Brasil será novamente a sede do torneio. A vigésima Copa do Mundo da FIFA ocorrerá 64 anos depois da edição em que a seleção nacional se sagrou vice-campeã mundial em pleno Maracanã. Ainda faltam quase três anos, mas desde que houve a definição do país sede, em 20 de outubro de 2007, iniciou-se um abrangente esforço nacional. Não se trata simplesmente de cumprir as exigências da organização e fazer um bom papel aos olhos do mundo. Desde maio de 2007, quando houve a ratificação das 12 cidades-sede, um trabalho de planejamento e execução de empreendimentos estratégicos desencadeou um processo de desenvolvimento que transcende qualquer parâmetro esportivo.
Hoje, o que ganha mais visibilidade na mídia é a situação dos estádios em que ocorrerão os jogos, que estão sendo modernizados ou reconstruídos. Porém, paralelamente, muito mais está sendo feito. O objetivo do Governo Federal é coordenar um programa de investimento que transformará algumas das capitais mais importantes do país, de norte a sul e de todas as regiões: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Para todos os brasileiros, qualquer que seja o resultado da Copa, ficará um relevante legado em infraestrutura, criação de emprego e renda e promoção da imagem do país em escala global.
Estima-se que a Copa do Mundo da FIFA 2014 agregará 183 bilhões de reais ao PIB do país e mobilizará 33 bilhões de reais em investimento em infraestrutura, com destaque para a área de transporte e sistemas viários. Aproximadamente 3,7 milhões de turistas, brasileiros e estrangeiros, deverão gerar, no período do evento, R$ 9,4 bilhões. Em todas as áreas, 700 mil empregos permanentes e temporários serão criados.
Hoje, o Governo Federal se concentra em dois pilares, o primeiro dos quais é a concretização das garantias oficiais assumidas na proposta de Lei Geral da Copa (prestes a ser enviada ao Congresso). O segundo é a Matriz de Responsabilidades, acordo que envolve a União, os estados, os municípios e o Distrito Federal e define compromissos referentes a fontes de recursos e execução dos projetos essenciais para a realização do evento.
No cronograma da Copa, a primeira data importante foi 30 de julho, quando houve o sorteio dos grupos das eliminatórias, sob os olhos do mundo. Desde então, os projetos seguiram em ritmo acelerado para o cumprimento dos cronogramas e a certeza de que, em junho de 2014, haverá um palco impecável para o grande acontecimento: o Brasil, que certamente será um país ainda melhor, em todos os sentidos.
Atualidades: Drogas
Drogas: o perigo ronda as escolas
"Já experimentei maconha, ecstasy, LSD e lança perfume, sempre em festas e na companhia de amigos. Na minha escola, entre os mais velhos, difícil é achar quem nunca usou nenhuma dessas coisas". A declaração é de uma garota de apenas 14 anos, que estuda em um colégio de classe média de São Paulo. Há ainda um dado a ser acrescentando na já preocupante relação entre jovens e drogas: a escola, local onde crianças e adolescentes passam a maior parte do tempo, vem se tornando a porta de entrada para o mundo da experimentação.
"É ali que os jovens aprendem a beijar e têm sua iniciação sexual, mas também pode ser ali o lugar onde eles terão o primeiro contato com as drogas", afirma Ronaldo Laranjeira, psiquiatra e coordenador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "Geralmente, a experiência começa com drogas legais, como álcool, tabaco e cola de sapateiro. Em seguida, entram as drogas ilícitas e, entre essas, a maconha está em primeiro lugar quando se trata de ambiente escolar."
http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/drogas-perigo-ronda-escolas dia: 11/07/2012 as 18:01
atualidades
Mãe de aluna com dislexia vai recorrer à justiça
Encarregada de educação de uma aluna com dislexia queixa-se da filha ter sido impossibilitada de realizar as provas finais do 9.º ano em sala separada com leitura de enunciados.
A mãe da aluna com dislexia que viu negada pelo Júri Nacional de Exames a possibilidade de realizar as provas finais do 9.º ano em sala separada com leitura de enunciados, vai recorrer do caso para a justiça.
Numa nota enviada à agência Lusa, a mãe da Constança, uma jovem de 14 anos com dislexia a quem foi negada a leitura acompanhada para as provas finais do 3.º Ciclo, medida que tem sempre feito parte do seu percurso escolar, revelou que vai interpor um processo no tribunal administrativo.
"Irei entrar com um processo no Tribunal Administrativo para que seja resposta a equidade e a justiça em todo este processo, pedindo a este tribunal que remeta o processo para o tribunal Constitucional para que possa ser verdadeiramente analisada a legalidade destes atos", escreveu.
Mafalda Alves explicou que tomou esta decisão depois de não ter obtido respostas por parte do Ministério da Educação para o caso da filha, cujo exame de Português é na próxima segunda-feira. "A minha filha irá realizar os seus exames, a pedido dela", acrescentou a mãe, lembrando que Constança não estará em igualdade de circunstâncias com os outros alunos.
Matéria "subtil e delicada"
No dia 17 de maio, o ministro Nuno Crato, confrontado com o caso da Constança, afirmou que estavam a ser analisados "um a um" os casos dos alunos com dislexia que necessitam do apoio de um professor para ler os enunciados dos exames nacionais do nono ano.
Para Nuno Crato, esta é uma "matéria técnica, subtil e delicada": "Há crianças que têm a lucrar com a leitura dos testes, mas também há crianças que têm a lucrar com uma leitura autónoma dos testes". Um dia antes, o Provedor de Justiça tinha mandado abrir um processo ao caso desta aluna.
No processo da Constança, a que a Lusa teve acesso, constam recomendações da escola, em Odemira, da terapeuta, e até um despacho favorável da Direção Regional de Educação do Alentejo para que seja atendido o pedido da encarregada de educação.
Défice de Atenção, Motricidade e Perceção
A Constança é portadora de Défice de Atenção, Motricidade e Perceção (DAMP) e Perturbação Específica do Desenvolvimento da Linguagem (PEDL), que estão na origem da dislexia e da disortografia, segundo o relatório que acompanha o processo. Porém, é capaz de responder corretamente a questões de interpretação quando lhe são lidas.
Na altura em que o caso foi divulgado, no mês passado, o Júri Nacional de Exames indicou que algumas escolas "generalizaram certas condições especiais de realização das provas de uma forma pouco criteriosa, em particular a medida leitura de enunciado por um professor´".
http://expresso.sapo.pt/mae-de-aluna-com-dislexia-vai-recorrer-a-justica=f733464#ixzz20LJZSFSQ
Postagem Atualidades - Livre
Bola de futebol produz energia elétrica
Projeto de alunas de Harvard foi apresentado em evento paralelo à Rio+20
Imagine poder contribuir com a geração de energia elétrica enquanto se joga futebol. Em uma época em que atenções se voltam para ideias de sustentabilidade e para a busca por fontes renováveis de energia, estudantes universitários nos Estados Unidos criaram um inusitado instrumento gerador de eletricidade: uma bola de futebol.
Um mecanismo interno acoplado a uma bola funciona como um motor: conforme ela rola, esse mecanismo também gira e produz e captura a energia cinética gerada.
Meia hora de jogo basta para garantir 3 horas de funcionamento de uma lâmpada de LED ou carregar a bateria de um celular.
Batizado de sOccket – junção das palavras soccer (futebol) e socket (conector de tomada) –, o invento surgiu quando as amigas Jessica Matthews e Julia Silverman estudavam em Harvard.
Embora fossem alunas de ciências sociais (Jessica estudava psicologia social e economia, e Julia, antropologia), no final de 2008 elas decidiram se matricular numa aula de engenharia.
Surgiu então a vontade de contribuir com comunidades carentes. “Eu visito o meu povoado algumas vezes por ano e tenho visto em primeira mão a beleza do futebol no mundo em desenvolvimento”, disse Jessica, descendente de nigerianos. “Com esse entendimento sobre o poder desse jogo, começamos a desenhar o primeiro protótipo.”
Após um pequeno apoio financeiro da universidade durante os primeiros testes, elas investiram recursos próprios nos últimos quatro anos para chegar a uma versão de produção em massa. Atualmente contam com doações de empresas privadas e ONGs. “Por U$60 é possível patrocinar uma sOccket e uma lâmpada para uma criança.”
Nos próximos meses, serão distribuídas 7,5 mil bolas. O invento está sendo testado na Nigéria, África do Sul, Haiti, Espanha, México, El Salvador e Libéria. Até o fim do ano, novas bolas chegarão a países como Honduras, Benin e Brasil.
“Estamos em contato com parceiros potenciais para avaliar o processo de produção, distribuição e venda no Brasil”, disse Jessica. A expectativa é de que o invento esteja no mercado até o fim do ano, para venda no site unchartedplay.com. O preço de venda não foi definido.
Jéssica está no País para a TEDxRio+20, que integra o Humanidade 2012, um evento paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. “Com a minha palestra na TEDxRio+20, espero apoiar os objetivos da conferência, inspirando as pessoas a perceberem que a sustentabilidade é não só vital, mas divertida também.”
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